Nextel, a nova geração
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Rio – Aparelhos com design atraente, recursos avançados e chips poderosos, que suportem as exigências do dia-a-dia no trabalho e também façam bonito fora dele. Assim é a nova linha de quatro aparelhos Nextel, marca que muita gente se acostumou a associar rádios que falam de graça um com o outro e também ligam para celulares, mas pecam por serem desajeitados, e que parece ter finalmente alcançado uma mistura bem dosada de produtividade e elegância.
“A nova plataforma Phoenix é uma evolução tão grande quanto a migração dos antigos ‘tijolões’ para os modelos atuais”, avalia Sergio Chaia, presidente da Nextel.
Houve tentativas anteriores, como o i833 Pininfarina, mas esta é a primeira vez que a preocupação abrange todos os aparelhos e não apenas os topo de linha. Tome como exemplo o i290, um dos modelos mais baratos da nova linha. Ele tem design em barra e é fininho, 13,5 mm de espessura (metade do i265, seu antecessor) e pesa 84,2 grama. A antena é interna e, como toda a linha, tem GPS integrado. No varejo, o aparelho sai por R$ 436.
Um similar mais robusto (15 mm) é o i335, que é emborrachado para ganhar mais resistência contra impacto, poeira e vibração. O projeto físico foi desenvolvido no Brasil segundo padrões do Exército dos EUA. Em relação ao i290, outra vantagem é dispor de bluetooth. No varejo, o aparelho custará R$ 429.
Voltada para clientes corporativos, a empresa sempre esteve mais preocupada em oferecer redes extremamente confiáveis. Segundo o vice-presidente de marketing Mario Cerotti, pesquisas mostraram, contudo, que um dos pedidos mais freqüentes dos clientes era por aparelhos mais atraentes. “O que muda não é o foco da empresa, mas a experiência do usuário”, diz.
A evolução não é apenas aparente. O novo chip Motorola usado nos aparelhos é 30% mais rápido que os atuais, o que permite a criação de interface mais gráfica, com mais animações, e de funções customizadas pela operadora, como o envio das informações de um contato apertando o botão da função rádio.
Segundo Chaia, 2007 foi o ano em que a operadora mais investiu no Brasil e que o crescimento foi tão bom quanto os 42% alcançados em 2006.
Fonte: O Dia