O DIA
Rio – A preocupação de manter as pragas virtuais longe do computador, leva o usuário a procurar programas segurança. Mas até busca pela proteção pode levar a infecção do micro, através de uma prática conhecida como scareware. É o que alerta um relatório da Symantec, que mediu a evolução deste tipo de infecção na Internet de junho do ano passado até junho deste ano. O estudo analisou cerca de 1,6 milhão de ameaças, na rede de inteligência da empresa.
Segundo Paulo Vendamini, diretor de Engenharia de Sistemas da Symantec para América Latina, o programa flaudulento é instalado na máquina por causa da falta de informação do usuário. “O scareware é um tipo de aplicativo malicioso com objetivo é enganar os usuários ao se passar por um software de segurança legítimo que executa uma varredura anti-vírus”, explica Vendramini. Porém, além de não oferecer qualquer tipo de proteção, esse software ainda instala uma série de códigos maliciosos no computador.
O relatório revela que 93% das instalações de programas maliciosos são intencionais. O perigo pode ser propagado por spam, mas também é feito com a invasão de sites legítimos por fraudadores. “Existe a necessidade de cuidados redobrados por parte dos administradores para evitar uma contaminação desta forma”, alerta o especialista. Segundo Vendramini, sites de busca, como o Google, acabam disseminando a praga sem querer: os golpistas compram links patrocinados a fim de usar a credibilidade da ferramenta de busca para ludibriar o usuário e levá-lo a instalar o programa falso.
Para dar ainda mais veracidade ao scareware, os criadores dos programas chegam a cobrar pelo aplicativo e figem atualizar o software, o que na verdade acaba instalando novos vírus no computador.
“Eles copiam aparência do Windows e têm o cuidado de criar sites. Descobrimos versões em idiomas que vão do Chinês ao Português. Não existe essa história de que só o programa em Inglês é bom”, diz.
Mais iMacs, Mac minis e MacBooks
A Apple atualizou ontem sua linha de computadores com o lançamento dos modelos iMac com telas de 21,5 e 27 polegadas (com LED backlit) e opção de processador quad-core, portatéis MacBook com trackpad multitouch, e o Magic Mouse, que tem superfície sensível ao toque em lugar dos tradicionais botões.
O iMac com tela de 21,5 polegadas tem resolução de 1920 x 1080. No modelo de 27 polegadas a resolução sobre para 2560 x 1440, o equivalente a 60% mais pixels do que a tela de 24 polegadas.
O preço dos iMac de 21,5 varia de R$ 4.699 a R$ 5.599, dependendo da configuração. Os preços do iMac de 27 polegadas vão de R$ 6.299 a R$ 7.399. Todos os modelos tudo-em-um da Apple vem com teclado sem fio e o novo Magic Mouse.
Foram lançados também dois modelos de Mac mini, desktop mais acessível da Apple: o modelo de 160 GB sai por R$ 1.999 e o de 320 GB sai por R$ 2.799.
Nos MacBooks a novidade é a tela com tecnologia LED-Backlit, que melhora a visibilidade da tela. O trackpad do portátil agora responde a vários comandos de toque graças ao multitouch. Segundo o fabricante, a nova bateria dura até 7 horas. O novo MacBook sai por R$ 3.099. Todos os produtos estão à venda Apple Store Brasil em 12 vezes sem juros: http://store.apple.com/br