Archive for the ‘3G’ Category

TIM revive espírito da AOL: 3G só com planos limitados em horas

Visualizado 87 vezes julho 20th, 2010 by Marcelo

por Tecno Blog

Eu ainda lembro quando recebia discos da AOL em casa em 2003. Eles vinham com “200 horas gratuitas de internet” escritos em letras garrafais do lado de fora do envelope. Na época eu achava o máximo poder discar o número no meu modem dial-up e ficar conectado todo aquele tempo ‘gratuitamente’, sem saber que estava gastando os chamados pulsos por ligação local. Com a chegada da internet banda larga, esse tipo de acesso praticamente morreu, ficando restrito a algumas áreas sem conexão mais rápida.

A TIM anunciou hoje que planeja trazer a prática de contagem de horas de volta, especificamente para seus clientes que usam internet 3G em planos pós-pagos. Usuários não poderão mais optar por quantidade de dados na hora de escolher seus planos. Ao invés disso, deverão escolher um pacote de horas. Eles variam de 20 a até 120 horas por mês e quem exceder esse limite, não importa qual o plano, pagará R$ 0,05 por minuto. O Infelizmente não foi possível ver os preços individuais de cada, já que aparentemente eles estão utilizando uma conexão 3G própria para ligar o servidor do site com o resto da internet. Mas continuarei tentando e esse post será atualizado assim que conseguir.

Provavelmente já prevendo uma possível revolta dos usuários com o novo esquema, a operadora afirma que aqueles clientes que contratarem os novos planos e estiver em áreas com cobertura 3G poderão acessar a internet gratuitamente, sem desconto no seu limite de horas, entre 0h e 8h, todos os dias. Isso será o suficiente? Me digam vocês.

Com informações: Garota Sem Fio.

Saiba como aumentar a duração da bateria de seu smartphone

Visualizado 46 vezes julho 10th, 2010 by Marcelo

por G1

A principal desvantagem que o consumidor sente ao migrar de um telefone celular comum para um smartphone é a duração da bateria. Mesmo com tamanho e capacidade de armazenamento maiores do que dos celulares, os recursos do aparelho como navegação pela internet por meio de redes 3G, acesso Wi-Fi, telas grandes, reprodução de vídeos e música, e-mails, games e GPS, por exemplo, exigem que o usuário recarregue a bateria antes de completar um dia de uso – e antes de oito horas, dependendo da usabilidade do aparelho.

Mas há como fazer com que uma carga, ao menos, garanta que você chegará ao final do dia com o celular ainda em funcionamento. Cada smartphone presente no mercado apresenta um modelo de bateria com tamanho e duração diferentes. Entretanto, o tempo que o aparelho ficará funcionando depende exclusivamente do perfil de utilização do consumidor e dos aplicativos utilizados de voz e dados.

É importante que o usuário saiba, também, que um smartphone não apresentará uma duração de bateria de um celular padrão, feito apenas para realizar conversas de voz e enviar mensagens SMS, que chega a durar cinco ou seis dias. Caso um smartphone apresentasse este tempo de duração de bateria, este componente seria muito grande para a tecnologia que existe atualmente.

Para que o usuário possa utilizar o máximo o seu smartphone, o G1 conversou com Fernanda Camargo, gerente de produto da Nokia Brasil, e com Renato Arradi, gerente de produto da Motorola, para trazer algumas dicas para ampliar a duração da bateria dos aparelhos.

Recarga sem ‘efeito memória’
Com as baterias feitas de íons de lítio, presente nos smartphones atuais, o usuário não precisa mais se preocupar em esperar toda a energia acaba para efetuar uma recarga completa. Não existe mais o “efeito memória”. As recargas completas eram necessárias em celulares mais antigos, que usavam baterias feitas de níquel. Caso o usuário não realizasse a carga completa, elas “viciavam” e tinham seu tempo de uso reduzido – com o tempo, sua capacidade de armazenamento ficava tão baixa que era necessário comprar uma bateria nova.

Desse modo, o usuário pode colocar o seu aparelho para uma recarga rápida, de apenas alguns minutos, sem qualquer problema. A vida útil das baterias é medida na quantidade de cargas feitas pelo usuário. Elas são produzidas para durar mais do o tempo médio que a pessoa ficará com o aparelho, até comprar outro.

Entretanto, há um limite que, quando o usuário chegar nele, a bateria começará a ter um tempo de duração menor. Isso não significa que ela está “viciada”, apenas que seu tempo de uso está chegando ao final. A partir desse ponto, recomenda-se que a bateria seja trocada.

Os telefones hoje podem ser carregados por meio de cabos USB, os mesmos que permitem a troca de informações entre os aparelhos e os computadores. Além disso, caso o usuário utilize o telefone como um navegador GPS, é importante ter o smartphone conectado em um carregador veicular.

Alguns comportamentos aumentam a vida útil de baterias de celulares. Um deles é o uso de carregadores originais. Eles evitam a sobrecarga e param de recarregar quando a bateria atinge 100% da capacidade. Recomenda-se não usar baterias ou carregadores genéricos.

Desligar conexões
Ao adquirir um smartphone, o usuário precisa saber o quanto a fabricante garante que a bateria irá durar. Em média, os aparelhos suportam cerca de seis horas de conversação. O mesmo ocorre ao utilizar muito a internet por meio de redes 3G, que, por conta da tecnologia utilizada, consome mais do que a rede 2G ou Edge.

Uma dica para quem utiliza muito as redes 3G é, após o uso, desligar todo o consumo de dados do aparelho ou fazer com que ele use apenas a rede mais simples, como Edge. Nesse caso, contudo, a navegação ficará mais lenta.

As conexões Bluetooth e Wi-Fi, quando ligadas, aumentam o consumo de energia dos aparelhos. O motivo é porque quando estes recursos estão ativados, eles sempre procuram por acessórios e redes para se conectar. O usuário percebe isso quando está andando de carro e o smartphone identifica diversas redes sem fio na rua, ou quando o Bluetooth está ativado e, em um shopping, ele identifica muitos aparelhos próximos.

Caso o usuário não tenha a necessidade de utilizar uma rede Wi-Fi ou não usará um microfone Bluetooth, por exemplo, recomenda-se desligar estas conexões para conseguir obter um maior tempo de duração do aparelho.

Telas menos iluminadas
As telas dos aparelhos também têm influência direta no tempo de duração das baterias. Atualmente, elas chega a ter até 4 polegadas de tamanho, são sensíveis ao toque e possuem uma iluminação que permite visualizar ícones e vídeos em qualquer ambiente. Elas, no entanto, são as maiores vilãs em termos de consumo de bateria.

Para conseguir mais economia de energia, dois pontos precisam ser observados: o tempo em que ela fica ligada e o nível de iluminação. Nos smartphones atuais existem estes dois ajustes. A recomendação é selecionar um desligamento automático da tela. É possível escolher que isso ocorra após alguns segundos ou minutos de inatividade do aparelho – o ideal é deixar apenas o mínimo possível ou o tempo necessário para ler um e-mail e a tela não apagar.

Outro item que influencia no consumo é a luminosidade da tela. Aparelhos que apresentam um sensor que aumenta ou diminui a luz da tela de acordo com o ambiente. Isso garantirá uma economia no consumo da bateria sem a necessidade de um ajuste manual do usuário.

Um telefone sem o sensor com a intensidade de luz no máximo, a bateria terá um consumo de energia elevado. A recomendação neste caso é que o usuário regule esta opção para que a luminosidade fique em 30% e 50% do total.

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Vilões da bateria Por que consome? O que fazer?
telaDisplay
As telas grandes, que chega a ter até 4 polegadas, consomem bastante energia das baterias. Configurar os aparelhos para que o display desligue automaticamente após algum tempo. O ideal é 30 segundos. Deixar ligado o sensor de luminosidade ou definir o nível de iluminação para 30% ou 50% do total também ajuda.
Conexão 3GConexão 3G
A tecnologia atual de conexão à internet 3G consome mais energia do que a conexão 2G. Após o uso do 3G, desligar esta conexão no aparelho, deixando apenas a conexão 2G ativa. Caso o usuário não utilize a internet por algum tempo, recomenda-se desligar o tráfego de dados.
BluetoothBluetooth
Utilizar acessórios como microfones, teclados e conectar smartphones a PCs consome energia. Caso o usuário não utilizar a conexão Bluetooth para conversar ou para trocar dados com um computador, por exemplo, ela deve ser desativada e religada quando necessário.
Wi-FiWi-Fi
Enquanto ligada, a conexão Wi-Fi procura constantemente por uma rede sem fio. Quando o usuário estiver na rua, por exemplo, desligar a conexão Wi-Fi. O mesmo vale para se, após o uso da internet, o smartphone ficar inativo por bastante tempo.

Recursos novos
Para fazer com que os smartphones tenham uma carga que dure o dia todo, os aparelhos da Motorola possuem um gerenciador de bateria. Os aparelhos que estão sempre conectados em redes Wi-Fi e 3G precisavam ter um consumo reduzido de bateria para uma melhor experiência.

Com o gerenciador de bateria, segundo Renato Arradi, o usuário pode definir um perfil de uso do aparelho para otimizar o consumo de energia, dando maior flexibilidade. Ele apresenta três modos: o desempenho, o econômico e o inteligente. O modo desempenho faz com que o smartphone utilize todos os recursos de comunicação.

O econômico, que define que o usuário parou de usar o telefone depois de certo tempo e desconecta a rede de dados. Ao tocar na tela, todas as comunicações são restabelecidas, trazendo e-mails e dados das redes sociais. Outra característica do modo econômico é, quando a bateria chega em um certo valor, a luminosidade do display é reduzida automaticamente a fim de aumentar o tempo de funcionamento do aparelho. O modo inteligente permite que o usuário defina um horário de pico, fazendo o aparelho funcionar com todos os recursos e, após este período, ir para um modo econômico automaticamente.

A Nokia, de acordo com Fernanda Camargo, investe, por ano, 6 bilhões de eurs em pesquisa e desenvolvimento, o que é equivalente a 14% de seu faturamento global. Esse investimento é dedicado à busca por melhorias em todas as áreas da comunicação móvel, tanto em produtos quanto em serviços, incluindo a questão de energia e baterias.

Toda a arquitetura dos novos aplicativos e serviços desenvolvidos pela Nokia também são criados pensando em um consumo otimizado da bateria, como, por exemplo, o Nokia Messaging, software para leitura de emails no celular. Com ele o usuário pode configurar para sincronizar emails, contatos ou agenda de forma automática ou manual e quando o aparelho está com a bateria fraca ele automaticamente, podendo ser alterado manualmente pelo usuário, para de sincronizar as mensagens para assim poupar o consumo de bateria. Quando a bateria é recarregada a sincronização volta ao que foi definido pelo usuário. Além disso, é possível configurar os aplicativos que trocam dados para que as sincronizações sejam feitas de forma manual, o que também otimiza o consumo de bateria.

Velocidade mínima para 3G deverá ser de 30% do valor total contratado

Visualizado 83 vezes julho 9th, 2010 by Marcelo

Portal VEJA
O Conselho Diretor da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) aprovou a revisão da regulamentação sobre a qualidade do Serviço Móvel Pessoal (SMP), que abrange os serviços de telefonia celular e banda larga móvel. Com a decisão, as prestadoras de serviços relativos às redes 3G devem garantir uma velocidade mínima de 30% do valor máximo previsto no plano, tanto para download quanto para upload. A regra é válida para os horários de maior uso.

Nos horários de menor tráfego, a velocidade exigida será de 50%. Haverá ainda o aumento gradativo dos porcentuais exigidos. Um ano depois da implementação desses limites, as operadoras terão de garantir, no mínimo, 50% do valor máximo dos horários de maior movimento e 70% nos outros horários. Atualmente as operadoras só se comprometem a entregar o mínimo de 10% da velocidade comercializada.

A criação de metas de qualidade para a banda larga móvel é um dos maiores avanços do texto , já o que o assunto não estava previsto na regulamentação anterior, pois na época o serviço ainda não era ofertado no País.

Foram criados três indicadores para a internet 3G: a taxa de conexão ao acesso, que é o indicador relativo à disponibilidade do sistema; a taxa de queda do acesso, que vai avaliar a estabilidade da conexão, e o monitoramento da garantia de velocidade contratada, estabelecendo patamares mínimos de entrega da conexão.

O texto será encaminhado agora para consulta pública, pelo prazo 45 dias. Depois disso voltará para o conselho diretor para analisar as alterações sugeridas na consulta pública. O regulamento entrará em vigor 180 dias depois da publicação.

(Com Agência Estado)

Roteadores Wi-Fi para redes 3G chegam ao mercado

Visualizado 289 vezes dezembro 13th, 2009 by Marcelo

Folha Online

Atentos ao crescimento da banda larga móvel, fabricantes estão lançando no Brasil roteadores Wi-Fi com suporte a modems 3G –com eles, é possível compartilhar a conexão com dispositivos como notebooks, celulares e tocadores de mídia portáteis com Wi-Fi.

O procedimento é simples: basta conectar o modem 3G ao roteador, que, por sua vez, deve ser ligado a um computador de mesa ou portátil com um cabo de rede. Depois, é preciso inserir o CD de instalação e seguir as instruções na tela para configurar sua rede sem fio.

Quando a sua rede estiver pronta, você pode transportá-la para qualquer lugar com energia elétrica –basta levar consigo o modem e o roteador com seu cabo de força.

Usando uma conexão 3G da TIM, a Folha testou três roteadores 3G: o DIR-451, da D-Link, o WRH 211, da Intelbras, e o 3G-6200n, da Edimax.

Todos eles funcionam também como roteadores para conexões de banda larga fixa (como Virtua e Speedy).

Assim, você pode usar a banda larga fixa como conexão principal e deixar a móvel como secundária -caso a conexão primária caia, o roteador alterna para a segunda.

A Folha testemunhou na prática a utilidade desse recurso: durante os testes, a banda larga fixa ficou instável e só se podia recorrer à conexão 3G.

Os roteadores 3G ainda são, em geral, mais caros do que os comuns. Enquanto um bom aparelho sem compatibilidade com a banda larga móvel, como o WGR614, da Netgear, sai por cerca de R$ 150, o 3G-6200n, o mais barato entre os três roteadores 3G testados, tem preço sugerido de R$ 360.

Antes de optar por um roteador 3G, observe, no site do fabricante, se ele é compatível com o seu modem.

Lembre-se sempre de definir uma senha complexa para proteger sua rede de estranhos.

Hoje, segundo a IDC, há 7,9 milhões de assinantes de 3G no país (3,7 milhões por celular e 4,2 milhões por modem).

Apesar de, em geral, terem velocidades menores, as conexões 3G têm sido muito procuradas em locais onde a banda larga fixa não chega.

A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) anunciou que tomará medidas para equiparar a internet móvel à fixa, exigindo metas de qualidade –consumidores têm reclamado de não conseguir atingir a velocidade contratada.

Vivo lança modem 3G para internet móvel com receptor de TV digital

Visualizado 244 vezes novembro 27th, 2009 by Marcelo

PCWORLD

A operadora celular Vivo começa a vender, a partir desta semana, modem de acesso à internet móvel 3G com receptor de TV digital integrado.

Fabricado pela ZTE, o modem 3G MF645 é compatível com o padrão ISDB-T da TV digital brasileira e permite sintonia, no computador, dos canais abertos de TV digital nas regiões onde já está disponível. O dispositivo pode ser usado ainda como pendrive.

vivo_3g_tvdigital_300.jpg

O dispositivo será comercializado com planos de serviço e custa a partir de 79 reais no plano internet ilimitada (119,90 reais por mês).

Vivo prepara internet pré-paga no celular

Visualizado 157 vezes novembro 27th, 2009 by Marcelo

PCWORLD

A Vivo lança esta semana o seu primeiro plano pré-pago para banda larga. Inicialmente, o serviço estará disponível apenas para usuários do aparelho BlackBerry Curve 8520, um dos mais simples do mercado. Para os demais assinantes, a operadora trabalha para oferecer a internet pré-paga plena até o final do ano ou início do ano que vem.

Segundo fontes ligadas à empresa, a oferta do serviço com o BlackBerry é uma porta de entrada para popularizar a comunicação de dados nas redes 3G da telefonia móvel.

Sem dados
Atualmente, muitos dos clientes da Vivo já usam smartphones, mas sem pacote de dados (exceção para alguns acessos na tecnologia WAP, da chamada geração 1,5).  Ainda não está definida a data para chegada do produto habilitado às lojas, que acontece, contudo, a tempo das compras do Natal. Provavelmente até amanhã ou na próxima semana.

No balanço da Vivo do terceiro trimestre deste ano, a parcela de dados na receita líquida (4 bilhões de reais) chegou a 13,5%, em comparação a 10% no mesmo período do ano anterior. Como, além da participação, cresce também o faturamento da empresa,  em volume de negócios, os serviços de dados vêm se expandindo a cerca de 40% no ano.

O novo serviço não busca apenas o público das classes C e D, mas de outros segmentos de renda, que, no entendimento da operadora, precisariam se acostumar à cultura da internet móvel.

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