Operadora Veek dobra valor pago em recargas

“Você paga só pelo que realmente usa. Sem pegadinha. Sem texto de rodapé.” Essa é a promessa pública da operadora Veek, lançada em julho deste ano. Sem planos, a empresa oferece recargas parecidas com as dos pré-pagos, mas o dinheiro vira uma moeda virtual, chamada VeekCoin. Em recargas acima de 40 reais, o valor é dobrado–cada 20 VeekCoins equivalem a 1 GB de internet móvel. A estratégia da empresa se completa com a oferta de uso ilimitado do WhatsApp, tanto para mensagens quanto para ligações.

“Sempre oferecemos a melhor tarifa a todo momento. Quando temos ganhos de negociação, repassamos isso aos nossos clientes. O fato de ele usar o nosso serviço ele já está habilitado para isso. Não precisa fazer nada, esse é o nosso diferencial. O modelo de negócio das operadoras está baseado em você estar no plano errado”, afirmou Alberto Blanco, CEO da Veek. Blanco atuou por dez anos no mercado de telecomunicações no Brasil antes de empreender.

Além de repassar descontos, o modelo de negócios da operadora se baseia no atendimento ao cliente. Para isso, a empresa coloca seus funcionários, de todos os níveis, para atender clientes por duas horas por semana. “Sempre digo que queremos ser um Nubank das operadoras. Eles são uma grande inspiração”, disse o CEO da Veek.

O único modelo parecido com o da Veek atualmente disponível no mercado brasileiro é o Vivo Easy, que oferece pagamentos apenas pelo que você usa e, assim como a operadora digital, toda a contratação do serviço é feita via internet, sem precisar falar com ninguém. O chip da Veek é entregue em casa–um dos gargalos da empresa para crescer.

A cobertura de internet da empresa é fornecida com o uso da rede da operadora TIM, que tem a melhor oferta de 4G no mercado brasileiro atualmente, segundo o último relatório divulgado pela OpenSignal, que monitora velocidade e disponibilidade de internet móvel.

Com ticket médio de 30 reais mensais, a Veek já tem 40 mil chips ativos no mercado brasileiro e mais de 100 mil downloads dos seus aplicativos para Android e iPhone. A meta para o ano é atingir 200 mil instalações.

Fonte: EXAME

Vulnerabilidade no WhatsApp e Telegram permite serem hackeados por meio de uma imagem

Nesta quarta-feira (15), pesquisadores da Check Point anunciaram a descoberta de um novo malware que está circulando pelo WhatsApp e Telegram. Ele permite aos hackers sequestrar a conta das vítimas com apenas uma imagem.

O problema foi encontrado na versão para web dessas plataformas, que refletem todas as mensagens enviadas e recebidas e são totalmente sincronizadas com o dispositivo dos usuários.

“Com o simples envio de uma foto de aparência inocente, um golpista pode tomar o controle da conta, acessar o histórico de mensagens, todas as fotos que foram compartilhadas e enviar mensagens em nome do usuário”, explicou a empresa de segurança por trás da descoberta.

Apesar de parecer comum, a imagem maliciosa direciona os usuários para uma página HTML carregado de malware. Uma vez carregada, a página irá recuperar todos os dados armazenados localmente, permitindo aos invasores efetivamente sequestrar a conta da vítima.

No caso do WhatsApp, o usuário precisa abrir a tal imagem propositalmente, tornando o exploit pouco prático para fins de botnets ou vigilância em massa. Já no Telegram, a vulnerabilidade é um pouco mais difícil de ser explorada, uma vez que o usuário precisa abrir o conteúdo malicioso em uma aba separada do Chrome, algo que, de acordo com um representante do serviço, é uma interação “muito incomum do usuário”.

Como as mensagens foram criptografadas sem serem primeiro validadas, o WhatsApp e o Telegram não enxergam o conteúdo malicioso, tornando-os incapazes de impedir que ele seja enviado.

Após serem alertadas pela Check Point da vulnerabilidade, as duas empresas reconheceram o problema e desenvolveram uma correção para os clientes web em todo o mundo. Portanto, se você usa o WhatsApp ou o Telegram na versão web, corra agora mesmo para atualizar os apps para a versão mais recente e, em seguida, reiniciar seu navegador.

Nota do Telegram

O Telegram postou uma nota oficial explicando que a vulnerabilidade acontece de forma diferente nos dois aplicativos. No Telegram, é preciso que o usuário clique em “reproduzir” para começar a assistir ao vídeo malicioso via Telegram Web no Chrome. (Neste ponto, uma conta do WhatsApp já estaria comprometida, mas nada acontece no Telegram.)

Em seguida, conforme o vídeo está sendo reproduzido, é preciso clicar com o botão direito no vídeo em execução e selecionar “Abrir em uma nova guia” no menu suspenso. De acordo com o app, a vítima precisa fazer exatamente isso, nessa ordem, para ser infectada.

Fonte: Check PointTelegram e Canaltech

Códigos de segurança do WhatsApp e Telegram não impedem ação de hackers

WhatsApp e Telegram utilizam uma codificação que garante que apenas o expedidor e o destinatário das mensagens possam ver seu conteúdo; mas, subitamente, os dois aplicativos não tiveram como detectar se este conteúdo inclui vírus
Uma companhia de segurança informática revelou nesta quarta-feira (15/3) ter descoberto uma falha nos populares serviços de mensagens Telegram e WhatsApp, que permitiria hackear contas de usuários servindo-se do sistema de codificação que supostamente protege a confidencialidade de suas mensagens.
A companhia americana Check Point Software Technologies afirma em um comunicado que o Telegram e o WhatsApp, alertados por ela no dia 8 de março, consertaram o problema.
Não informou, no entanto, quantas contas puderam efetivamente estar comprometidas, mas afirma que esta falha representava um perigo para “centenas de milhões” de usuários que têm acesso às plataformas a partir de um navegador de internet (em oposição aos que o fazem através de aplicativos móveis propostos pelos dois serviços).
Segundo os investigadores da Check Point, “apenas enviando uma inocente foto, um atacante pode tomar o controle da conta, ter acesso ao histórico de mensagens, a todas as fotos compartilhadas (no serviço), e enviar mensagens no lugar dos usuários”.
O hacker, efetivamente, podia camuflar um vírus na imagem, que era ativado quando o destinatário “clicava” nela.
WhatsApp e Telegram utilizam uma codificação que garante que apenas o expedidor e o destinatário das mensagens possam ver seu conteúdo. Mas, subitamente, os dois aplicativos não tiveram como detectar se este conteúdo inclui vírus.
Para resolver o problema, os dois serviços validam a partir de agora o conteúdo enviado pouco antes de sua codificação, o que permite bloquear o vírus, acrescenta Check Point.

Campainha mostra, na tela do celular, quem bate à porta da sua casa

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A recém-lançada campainha Ring funciona junto ao celular para, segundo os fabricantes, manter sua casa mais segura.

Além do botão de campainha, a Ring tem acoplados alto-falantes, uma câmera em HD e sensores de movimento. Conectada a um app, ela faz com que seu celular seja seus olhos, mesmo quando você não está em casa. Sempre que alguém apertar o botão à sua porta, o app vai te avisar, e será possível conversar instantaneamente em vídeo, pelo celular, com o visitante, esteja você dentro de casa ou em outro país.

E tem mais: o equipamento, além de ter garantia vitalícia (se alguém roubá-lo, a companhia garante te dar outro), ainda tem LEDs de infravermelho para gravação noturna e sensor de movimento, e também avisa pelo celular caso haja algum tipo de deslocamento suspeito no raio de alcance dos sensores.

O produto já está à venda pelo site oficial.

Fonte: TIM Brasil

Apple será capaz de localizar celular mesmo desligado

A Apple registrou uma nova patente que permite localizar telefones celulares mesmo quando eles estão desligados. A ideia é dar maior segurança aos donos de iPhones e demais aparelhos sem fio da empresa em caso de perda ou furto dos equipamentos. Mas ao mesmo tempo cria mais uma possibilidade de exploração da privacidade.
O registro, apresentado em meados do ano passado e confirmado há menos de um mês pelo escritório de marcas e patentes dos Estados Unidos, descreve a tecnologia como “um equipamento sem fio processador de dados” que, caso desligado, periodicamente liga o aparelho e transmite sua localização.
O documento também descreve que quando o aparelho for desligado, haverá um pedido de senha. Caso não seja a senha correta, o aparelho entra em um estado que aparenta estar desligado, mas ainda vai enviar localização, acessar a Internet e até mesmo mandar mensagens. Também permite acionar a câmera de forma a fotografar um eventual ladrão.

Fonte: Convergência Digital

Waze já tem 6 milhões de usuários no Brasil, que é o 2º mercado do app

Di-Ann Eisnor: Waze já começa a ser mais usado que navegadores GPS tradicionais por causa da rapidez das atualizações. / Foto: André Machado
Di-Ann Eisnor: Waze já começa a ser mais usado que navegadores GPS tradicionais por causa da rapidez das atualizações. / Foto: André Machado

O Brasil já é o segundo mercado do aplicativo social de tráfego Waze, com 6 milhões de usuários, perdendo apenas para os Estados Unidos (o número global de internautas que utilizam o programinha é oficialmente de 50 milhões). Dois executivos do app estão no Rio para incrementar mais a parceria que já têm com o Centro de Operações da Prefeitura e também para acompanhar um encontro de 40 líderes de comunidades Waze na América Latina, uma das regiões mais dedicadas a aperfeiçoar os mapas do app em tempo real.

— Começamos em 2012 a ultrapassar o mercado de navegadores GPS tradicionais, com os usuários preferindo obter orientações do Waze direto em seus smartphones — afirma Di-Ann Eisnor, vice-presidente de Plataformas e Parcerias da empresa israelense, mas estabelecida no Vale do Silício.

Segundo Chen Barshai, diretor de Projetos, Comunidades e Suporte do Waze, a característica social do aplicativo, reunida ao afinco das comunidades nas atualizações, permite a correção constante dos mapas em tempo real, ao contrário do que aconte com a concorrência.

— Os navegadores GPS precisam de alguns meses para atualizar seus mapas, após a aprovação de seus departamentos de pesquisa — explica Barshai. — No nosso caso, as comunidades se autorregulam e implementam as correções sem perda de tempo. No caso do início da derrubada da Perimetral, no Rio, eles mesmos fizeram o update, colocando a Via Binário e as mudanças no mapa antes mesmo que pedíssemos. Quando vimos, já estava tudo pronto.

Segundo Di-Ann, que está acostumada a trabalhar em parcerias com prefeituras de outras cidades ao redor do mundo, o time do Centro de Operações no Rio é um dos mais inovadores em termos de criação de interfaces de programação e sua execução.

— A estrutura deles parece a de uma start-up, e o governo da cidade é tão antenado que a ideia da parceria conosco nasceu do próprio prefeito Eduardo Paes — explica.

Perguntada sobre o principal motivo de tanta popularidade entre os usuários brasileiros, ela responde que é uma combinação do “trânsito terrível” em grandes cidades como Rio e São Paulo com a ascensão dos smartphones no mercado brasileiro, o que permite acesso mais amplo a aplicativos.

— Outra razão é o enorme número de carros circulando no Brasil — acrescenta Barshai. (Há no Brasil hoje 80 milhões de veículos, mais da metade dos quais automóveis de passeio, segundo dados do Denatran.)

O Waze acabou de lançar uma nova versão, na quarta-feira, com aperfeiçoamento na busca por voz e função de autocompletar para favoritos, contatos, histórico e endereços (aos poucos as novidades serão disponibilizadas para todos os usuários, começando pelos EUA). O menu também foi simplificado.

Como todos os aplicativos, o Waze procura se capitalizar através de anúncios. De acordo com Di-Ann, a publicidade no app tenta se basear dinamicamente nas rotas e horários em que o motorista está na rua ou estrada.

— Por exemplo, se você está saindo de casa pela manhã em direção ao trabalho, pode querer parar para pegar um café, então há publicidade de acordo — explica a executiva.

Além de parcerias com governos locais, a empresa também busca oportunidades de negócios junto à iniciativa privada. Só nos EUA, trabalha junto com 43 emissoras de televisão com informações em tempo real sobre o tráfego.

— Nossos próximos passos no Brasil serão, além de estreitar nossas relações com as prefeituras, também procurar oportunidades junto à iniciativa privada — diz Di-Ann.

No futuro, o Waze pode começar a aparecer embutido em sistemas techie automotivos. Por enquanto, a empresa faz testes com aparelhos de JVC, Clarion e Pioneer, entre outras companhias.

Embora tenha versões também para BlackBerry OS e Windows Phone (além de Android e iOS), o Waze não tem planos para lançar um app para Firefox OS.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/tecnologia/waze-ja-tem-6-milhoes-de-usuarios-no-brasil-que-o-2-mercado-do-app-11063642#ixzz2ndXHPABE
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WhatsApp se prepara para atualização ao iOS 7

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Desde o lançamento oficial do iOS 7, em setembro, centenas de leitores tem nos perguntado constantemente uma questão que instiga diversos usuários: quando o WhatsApp irá se adaptar ao novo sistema?

A empresa está bem atrasada nisso, mas ao que tudo indica, em breve ela deverá se retratar, com uma nova atualização. Pelo menos é o que se conclui ao ver alguns screenshots oficiais da nova versão.

As imagens são do próprio site da empresa, na parte de tradução do aplicativo. Por isso mesmo, já é possível ver as telas traduzidas para o português.

Ainda não há data oficial para a atualização, mas acreditamos que deva sair ainda neste mês de novembro.

Bug no iPhone com IOS7 faz calendário errar dia da semana

size_590_iOS-7-Calendario-Bug[1]Quem consultar o calendário do iPhone hoje pode receber a informação de que estamos numa sexta-feira. O dia da semana é indicado errado no alto do calendário quando se segura o smartphone na posição retrato. Logo abaixo, a data aparece escrita corretamente.

EXAME.com constatou que, girando-se o iPhone 90 graus, para a posição paisagem, a falha deixa de se manifestar e 31 de outubro volta a ser quinta-feira também na indicação gráfica no alto da tela.

A data também é exibida corretamente no ícone do calendário na tela inicial do iOS. Além disso, o bug não aparece no iPad; só no iPhone (e, possivelmente, também no iPod touch).

O bug no calendário da Apple vem se juntar a outro, reportado há poucos dias por usuários de alguns países. Eles notaram que o calendário mostrava o horário atual (indicado por uma linha horizontal) uma hora atrasado, apesar de o iPhone indicar o horário correto na barra superior.

Esse bug, segundo não afeta os alertas de compromissos, que são emitidos nos horários corretos, diz o site Apple Insider. Resta esperar que a Apple corrija logo essas falhas.

Não é a primeira vez que a empresa tem dificuldades com horários e datas. Em 2011, o iOS 4 também teve falhas relacionadas com isso.

Via EXAME

Twitter inova e passa a exibir fotos diretamente na linha do tempo

Nesta terça-feira (29), o Twitter começou a exibir fotos diretamente na linha do tempo, na web e nos aplicativos para telefones Android e iOS. Antes, era necessário clicar no tuíte ou no link para ver a imagem.

Além de fotos, o serviço agora exibe também miniaturas de vídeos curtos do Vine, de propriedade da empresa.

A novidade só funciona com imagens publicadas nos serviços oficiais do Twitter. Plataformas, como o Twitpic e o Instagram, não são suportadas.

Nos aplicativos atualizados para Android e iPhone, também é possível responder a um tuíte, retuitá-lo ou curti-lo diretamente na linha do tempo. Em versões anteriores, era necessário antes tocar sobre o tuíte para executar qualquer uma dessas ações.

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Como fazer para o Whatsapp funcionar com o novo numero 9?

A primeira série de mudança de números no Brasil aconteceu no domingo, dia 25 de agosto. Os códigos de área 12 ao 19 receberam o dígito extra 9 na frente do número do telefone:
12 9XXXX-XXXX.
Ou, em formato internacional:
+55 12 9XXXX-XXXX.

O Whatsapp fará esta mudança e terá todos os ajustes necessários para que você possa continuar a usar o WhatsApp sem a necessidade de criar uma nova conta. Na segunda-feira, dia 26 de agosto, nós iniciamos um processo de migração para mudar o número do seu telefone na sua conta.

Enquanto executávamos o processo de migração para estes números, o processo de verificação para criar contas novas com os códigos de área do 12 ao 19 foram suspendidos. Se o seu número tiver mudado, você teve uma interrupção no envio de mensagens neste período. Esta interrupção é necessária para que possamos realizar a transferência das contas existentes.

Nós sincronizamos a sua conta antiga com sua conta nova. Ou seja, você manterá todas as suas conversas, arquivos de mídia (fotos, vídeos, mensagens de voz e áudio). Todas as mensagens enviadas durante esta migração serão entregues depois que o processo estiver completo. Mensagens serão entregues a você, independente de elas terem sido enviadas ao seu número antigo ou novo. Porém, é possível que você veja duas entradas de conversas diferentes para um mesmo contato. Infelizmente não há uma maneira de fundir estas conversas em um apenas uma, neste momento.

Após o fim do processo, a sua conta do WhatsApp estará vinculada ao seu novo número. Porém, vamos garantir que o seu número antigo e novo o conectam a sua conta correta, desta forma você receberá mensagens enviadas a ambos os números.

Observações Importantes:

  • Números da Nextel não são afetados por esta mudança de telefones.
  • Nós também estamos preparados para as mudanças de números que ocorrerá no Brasil em Outubro. Se o seu telefone estiver envolvido nestas mudanças, esteja ciente de que um processo similar acontecerá com a sua conta.
  • Para usuários das contas a serem migradas: Você não conseguirá utilizar o WhatsApp até que a mudança esteja completa. O seu número estará desconectado do sistema durante o período de transição. Você também não poderá ver o horário em que seus contatos estiverem online, sua foto de perfil não será alterada e você não conseguirá ver nenhum contato que adicionar neste período. Após a migração, tudo funcionará corretamente.
  • Esta mudança não afetará os números na agenda do seu celular.