Site permite que usuário converta arquivos com o computador desligado

cloudconvert

 

Ainda na sua versão beta, o Cloudconvert é um serviço online gratuito que permite ao usuário fazer o upload de arquivos na nuvem para serem convertidos e depois baixados de volta no computador.

O Cloudconvert não exige a instalação de nenhum software no computador do usuário, e como ele funciona em um serviço de nuvem, isso permite que a conversão dos arquivos seja feita sem a necessidade do usuário manter seu computador ligado.

Para começar a usar o serviço, basta que o usuário abra o site, faça uma conta e depois selecione o botão “Select Files”. Uma janela abrirá e nela será possível escolher qual o arquivo que será convertido.

Ao lado do botão “Select Files” há uma seta na qual o usuário encontrará outras opções de upload. O serviço permite que sejam feitos uploads através da URL direta de arquivos, além de documentos que estejam no Dropbox, no Google Drive ou no One Drive.

Após selecionar o arquivo, o usuário deverá apenas escolher o formato final e iniciar a conversão. O serviço oferece para o usuário a opção de receber uma notificação via e-mail quando a conversão acabar. E há também a opção do usuário ordenar ao programa que envie o arquivo já convertido para algum dos três serviços de nuvem citados acima.

O Cloudconvert suporta até 25 formatos diferentes de áudio, vídeo, documentos, ebooks, imagens, planilhas, apresentações de slides, entre outros. Clique aqui para ver a lista completa de formatos suportados.

Embora seja gratuito, o Cloudconvert permite que o usuário possua apenas 25 minutos de conversão de arquivos para gastar por dia. Para ter o limite expandido, o usuário precisa assinar os planos oferecidos pelo serviço, que vão desde 50 minutos por 10 dóalres a 100 mil minutos por 602 dólares.

Fonte: Revista INFO

Western Digital apresenta modelo de disco rígido com gás hélio

HGST (Hitachi Global Storage Technologies)A HGST (Hitachi Global Storage Technologies), subsidiária da companhia Western Digital, anunciou o primeiro modelo de hard disk drive selado em hélio. O gás, conhecido popularmente por fazer os balões flutuarem e por deixar a voz humana com som engraçado, é um sétimo mais leve que o ar, e por essa razão traz inúmeras vantagens aos componentes computacionais.

Ao substituir o ar desses equipamentos com o gás hélio, o Ultrastar He6 reduz a turbulência da rotação dos discos, e por consequência diminui também o consumo de energia e o aquecimento do HD durante o processamento.

A resistência provocada pelo ar nos modelos atuais limita o número de pratos que podem ser empilhados dentro de uma unidade de hard drive. Hoje, os HDDs comercializados contam até com cinco pratos de disco, colocados um sobre o outro. Uma unidade selada em hélio reduz a resistência e o volume do ar e permite que os pratos sejam dispostos de forma mais próxima. Nesse modelo, é possível incluir até sete pratos em um único drive, o que aumenta a capacidade de armazenamento de dados.

Além disso, a menor resistência do hélio em relação ao ar exige menos do motor para a rotação dos pratos, o que se traduz em um menor consumo de energia para o funcionamento do HD. Com menos energia e menor atrito, o hard drive produz também menos calor e menos barulho.

Equipando data centers

Dessa maneira, o Ultrastar He6 oferece um ganho de 50% em capacidade de armazenamento por unidade, e reduz em até 23% a necessidade de energia. A HGST destina esse equipamento, inicialmente, para as grandes empresas da área de tecnologia, computação e armazenamento de dados na nuvem, com o objetivo de equipar data centers, otimizando espaço e ampliando a capacidade.

Algumas companhias já estariam interessadas nos HDs selados em hélio da Western Digital. A Hewlett-Packard considera equipar seus servidores com esse modelo. A Netflix também estaria testando esses equipamentos em sua infraestrutura de transmissão audiovisual via streaming. E até o CERN pode utilizar o Ultrastar He6 para armazenar seus dados de pesquisa.

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