Lei de Moore vai continuar em chips de 7 nanômetros, diz Intel

Eventualmente, as maneiras convencionais de produzir microprocessadores, placas gráficas, e outros componentes de silício ficarão sem força. Segundo pesquisadores da Intel, no entanto, ainda temos espaço para mais alguns anos.

A Intel planeja apresentar vários estudos nesta semana durante o evento International Solid-State Circuits Conference, em San Francisco. O diretor sênior da Intel, Mark Bohr, também aparecerá em um painel nesta segunda, 23/2.

Em uma coletiva para a imprensa, Bohr disse que a Intel acredita que o ritmo atual da tecnologia de semicondutores pode continuar além da tecnologia de 10 nanômetros (esperada para 2016) ou em torno disso, e que a produção em 7 nanômetros (esperada para 2018) poderá ser feita sem a necessidade de migrar para métodos caros como laser ultravioletas.

Por que isso importa

A discussão é qualquer coisa, menos acadêmica. Esse ano marca o 50º aniversário da Lei de Moore, o axioma do fundador da Intel, Gordon Moore, segundo o qual a densidade do transistor dobra a cada 18 meses.

No mundo real, isso significa que os chips de silício que estão em PCs, smartphones, servidores e outros aparelhos, podem rodar mais rápido e consumir menos energia à medida que seguem de geração em geração a cada dois anos.

Vale lembrar que a Intel já teve que adiar seus chips Broadwell de 14 nanômetros em vários meses por problemas de produção, e espera evitar isso durante a geração de 10 nanômetros.

Por: IDGNOW

Pulseira que resfria corpo pode ser ar condicionado portátil

size_590_Pulseira_que_resfria_corpo_pode_ser_ar_condicionado_portátil_a_Whistify_Já sentiu calor e desejou ter um ar condicionado portátil? Pois é, essa é a proposta de um projeto de estudantes do MIT (Massachussetts Institute of Technology).

Uma pulseira em fase de desenvolvimento é capaz de enviar ondas de frio ou calor para o corpo do usuário.

Criado por quatro estudantes de engenharia, o aparelho chamado “Whistify” foi o vencedor de um concurso do instituto que premiou a equipe com 10 mil dólares.

Ao receber continuamente um impulso gelado repentino, Sam Shames, que ajudou a criar o projeto, descobriu que é possível “enganar” o corpo para sentir frio, e o mesmo funciona para o calor.

“Os prédios gastam uma quantidade incrível de energia para abastecer o ar condicionado. Na verdade, isso representa 16,5% de toda a energia primária consumida nos Estados Unidos. Queremos reduzir ese número mantendo o conforto térmico e individual”, disse Shames, de acordo com o PSFK.

A pulseira tem autonomia de bateria de 8 horas, o tempo exato que uma pessoa normalmente passa no trabalho.

Segundo a Wired, a Whistify também pode ser uma boa alternativa para quem não possui ar condicionado em casa, como é o caso de 89% dos brasileiros. Nos EUA, 87% das residências contam com aparelhos de ar condicionado.

Ainda não há previsão de comercialização ou preço do produto.

Fonte: Exame